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quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Alma poeta - Soneto Alexandrino


Desperto a alma poeta e estou sempre sonhando...
Vivo longe de mim; sou lances de emoção!
Pensamento sem dono, os versos vão brotando 
O voo de um passarinho, em qualquer direção!

Escrevo o meu destino e assim vou caminhando
Lampejos em meu verso, uma constelação...
Também sou tempestade, aos poucos desmanchando!
Um pranto encharca a folha e surge uma canção

Estou perto e distante; alcanço o sul e o norte
Poeta espelha o mundo e mostra o que é preciso
O meu amor é firme; o meu clamor é forte...

Onda do mar que invade, e inspiração sem fim
Faço trova emotiva e assim perco o sorriso
Sinto um lirismo intenso e dói dentro de mim...

Janete Sales Dany
Poema@ registrado e imortalizado
na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro 
no livro: Soneto Amor Eterno e outras
Exemplo de Soneto Alexandrino

Sílabas tônicas que são obrigatórias na 6ª e 12ª sílaba
14 versos, 4 estrofes

Sinto um lirismo intenso 
e dói dentro de mim...
Dois hemistíquios cada um com 6 sílabas

Sinto um lirismo intenso e dói dentro de mim...
Neste verso a elisão foi feita com a vogal "e"

Vídeo Alma Poeta
Soneto Alexandrino



Na imagem principal usei o programa Gimp
Deformação interativa
Abri a foto no Gimp, fui em:
 Filtros, Distorções e Deformação Interativa
Raio de deformação: 20
Quanto deformar:0,30
Apenas coloquei movimento nos corações
selecionei aumentar como demonstra a imagem
Também utilizei o clarão degradê
em um dos corações


Licença Creative Commons
O trabalho Alma poeta - Soneto Alexandrino de Janete Sales Dany está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.

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