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sexta-feira, 27 de setembro de 2013

As asas cruéis da solidão


Muitos já viram um anjo que caminha só
Pisa num chão seco e em volta sobe o pó
Olhos atentos ao mundo que não é seu
Carrega no peito o coração que morreu

Leva com ele as asas cruéis da solidão
Nem relembra que já teve um coração
O seio dividido e o rosto entristecido
Não está vivo; será que teria morrido?

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

E a vida vai sorrir para mim quando você brilhar


Meu amigo onde você estiver que esteja sorrindo
Que no seu caminho haja muitas flores se abrindo
Que os seus pés continuem firmes por todo o chão
E que a paz esteja presente dentro do seu coração

Se acaso você cair saiba que Deus vai te amparar
A luz que eu estou te enviando vai te acompanhar
Que cada estrela no céu seja um sonho a alcançar
E a vida vai sorrir para mim quando você brilhar

Que a felicidade seja a sua colega de estrada
Que haja o cantar dos pássaros na sua jornada
Que a sua vida seja repleta do mais puro amor
Enfim, que Deus te acompanhe aonde você for!

Janete Sales Dany 

 Poesia Registrada na Biblioteca Nacional

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O trabalho E a vida vai sorrir para mim quando você brilhar de Janete Sales Dany está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.


Eu pedi para Deus um anjo protetor
Pensei que Ele nunca iria me enviar
Num dia em que eu sentia muita dor
Milhões de anjos vieram me abraçar
Um dos anjos me disse algo em louvor
-Saiba que Deus não vai te abandonar!

Janete Sales Dany



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O trabalho Milhões de anjos vieram me abraçar de Janete Sales Dany está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.


Amigo é assim; um abraço que não tem fim 

sábado, 21 de setembro de 2013

Nesta vida sou viajante de você!


Eu não brinco de saudade
Ela me persegue de verdade
Sempre me traz um pouco de você
Faz me lembrar do que eu não posso ter

Eu sei das estrelas
Mas eu não posso vê-las
Você está aonde eu não posso ir
Pois se eu te procuro o chão só quer fugir

Eu sei do calor do sol
Mas confinaram o meu rouxinol
A chuva fria desce sobre o meu rosto
São as minhas lágrimas exibindo o meu desgosto

Eu sei da minha vida
Eu perdi as pétalas da margarida
Cada parte que caiu se dissipou na eternidade
E o meu jardim se impregnou na dor da sua saudade

sábado, 14 de setembro de 2013

O voo mais magnífico que já fez

O sonho escapou entre os dedos das mãos
As estrelas caíram e se perderam no chão
O silencio decretou o fim daquela canção
E a estrada iluminada se fez em escuridão

O pássaro livre ficou preso e perdeu as asas
Quando liberto o mundo todo era a sua casa
Rompeu a ligação que facilitava a travessia
E as lágrimas sequestraram as horas do dia