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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Oh minha Santa Sara, o meu olhar está fixo no teu altar


Oh minha Santa Sara, 
a tua fé derrotou a maré
Santa Sara me conduz! 
O teu amor por Kristesko é a minha luz
Torne visível o segredo deste chão 
e afaste do meu rumo toda ilusão

Eu perfumo o ar com o aroma do alecrim; 
eu te ofereço flores de jasmim!
Coloca em desorientação o pensamento
 daqueles que tramam contra mim
Mostra-me a direção 

 e como louvor eu te entrego o manto azul da gratidão

Oh minha Santa Sara,
 o meu olhar está fixo no teu altar
Abençoe esta água 
e o que está em minha volta, socorre o meu lar!
Avise ao olho do mal, 
que o ódio é um mau sinal e que viver é saber amar

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Eu te perdi no horizonte



Eu pensei que era você que vinha entre as nuvens
A imagem estava embaçada, mas parecia ser você

Eu quis acreditar que era você;
 entre rostos eu podia ver o seu
Entre vozes eu conseguia ouvir a sua; 
era real e irreal ao mesmo tempo

Por tudo isto, 
eu mantive firme o meu olhar no horizonte
Porém, um dia, os rostos que vinham 
não se pareciam mais com o seu
Às vozes já não se pareciam com a sua 
e já não existia mais a imagem embaçada
Nesta hora era real o que eu enxergava pela frente...

Eu te perdi no horizonte

Janete Sales Dany

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sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Corda bamba



A vida é uma corda bamba
Às vezes é lágrima ou é samba
Pise nela com toda a determinação
De tanto balançar você pode cair no chão
E todo mundo, um dia certamente já caiu!
O sábio é aquele que despencou...se levantou e sorriu

Janete Sales Dany
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sábado, 28 de dezembro de 2013

Eu não me entrego tão fácil assim




Eu sempre renasço depois da tormenta
Os meus olhos sempre estão firmes no horizonte
Encontro um novo caminho; procuro outra fonte!

Sou como um rio que foi impossibilitado de prosseguir
Brigou com a vida e abriu caminhos entre as pedras da solidão
Foi lavando a tristeza e fez das próprias magoas 
uma linda canção

Sempre renasço, mesmo que enterrem a minha esperança
Sou como uma arvore insistente que possui raízes profundas
O vento não me derruba e nem mesmo a tempestade me inunda!

Sempre desvio do que pode arruinar a minha paz
Sou como um pássaro que voa no céu azul da liberdade
As asas permanecem abertas indo a procura da claridade

Sou semente pequena jogada a esmo no chão
A chuva promete a vida e o sol faz a explosão
Abro os braços em folhas e faço florir o meu coração

Se numa manhã perceberem a minha morte
Não se desesperem; eu não me entrego tão fácil assim
Voltarei mais firme do que antes; esqueçam o meu fim!

Janete Sales Dany

Poesia protegida 
Poesia Registro: 634722
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