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sexta-feira, 24 de abril de 2015

Somos anjos a olhar a imensidão! - Soneto Decassílabo Heroico



Olhe para o elevado com amor
E voe além deste mundo limitado
Nos mostre as asas, anjo sonhador!
Traga aviso divino no teu brado

Alivio virá para toda dor
Sossego para o espírito agitado
Mire as estrelas anjo sonhador!
Seque o pranto do olhar que está cansado

Teu vulto colorido reluzente
E nas mãos traz oferta e eternamente!
Um amor que comove o coração

Um conselho seguro vem nos dar
Nascemos nesta vida para amar
Somos anjos a olhar a imensidão!

 Janete Sales Dany
Poema@Protegido por lei 
24/04/2015
Com este poema participo do Certame na Peapaz:
Antologia Imagem e Literatura nº 43: The Four Seasons
Licença Creative Commons
O trabalho Somos anjos a olhar a imensidão! de Janete Sales Dany está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.
 Este Soneto Decassílabo Heroico em vídeo
 Somos anjos a olhar a imensidão! - Soneto Decassílabo Heroico
 Música de fundo Denean - To the Children



 
Diploma que recebi da Amada Peapaz




Obra: Sense of sight
(The Angel of the Annunciation, 

El ángel de la Anunciación)
Autor: Annie Swynnerton :
Estilo: Alegórico
Imagem:
http://en.wikipedia.org/wiki/Annie_Swynnerton
Annie Louisa Swynnerton, The Sense of Sight, oil on canvas, 1895,
National Museums Liverpool

domingo, 19 de abril de 2015

Trago em mim toda fantasia da poesia

Sou caminhos que ainda não foram percorridos
Trago em mim ruas desertas e jardins floridos
Sou a força que fascina e o medo que intimida
Trago em mim a dor da morte e a luz da vida

Sou a sensibilidade e a falta de sentimento
Trago em mim o silêncio e a voz do vento
Sou luz da aurora e escuridão do anoitecer
Trago em mim o oculto e o que se pode ver

quinta-feira, 16 de abril de 2015

As quatro estações em mim, êxtase sem fim!




Ousei ser a primavera, mas o destino levou o floreado do meu jardim...
Quis ser o outono, agitei as arvores e nenhuma folha pendeu em mim!
Tentei ser o inverno com o meu olhar frio, porém o tempo só me sorriu...
Desejei ser o verão com o calor do meu coração, mas a vida disse não!

Quem dera eu fosse a primavera a enfeitar os campos da imensidão
Poderia ser o outono a derrubar as folhas e assim colorir o chão
Arriscaria ser o inverno a forrar as colinas com aquela branquidão
Quem dera eu fosse o verão a aquecer as ruínas de qualquer solidão

terça-feira, 14 de abril de 2015

Ah, as nossas dores, e o nosso arco-íris sem as cores...

Ah, as nossas dores...
Parecem ser tristes flores
Nascidas nas ribanceiras da vida
Parecidas com a única escuridão que existe
E o espelho mostra o nosso olhar tão triste
Então somos vítimas reclamando por compaixão
Morrendo aos poucos e nos afogando na solidão

Ah, as nossas dores...
Parecem com um arco-íris sem as cores
O mundo fica sem graça e sem razão
Lágrimas descem dos olhos e entram no coração
Somos sofredores numa terra repleta de sofrimento
Esquecemos das estrelas brilhando no firmamento
Nestas horas a nossa visão só vê um céu cinzento...