Vermelho do vulcão em erupção
Lampejo no meu céu, a se alastrar!
Talvez haja quem possa decifrar...
O que sou nesta vida? Mutação!
Vejo sopros em mim a me orquestrar
Sou contento e pesar de uma canção

Respiro no carmim da fantasia
A minha rima sangra neste verso
Rasguei meu coração nesta poesia!

Logo botões de rosas vão se abrir
Vermelhas, enfeitando este universo...
Sou pranto, mas também alma a sorrir!

Janete Sales Dany

Janete Sales Dany
Poema@registrado e imortalizado
na Biblioteca do Rio de Janeiro
Demonstração da métrica poética
deste soneto decassílabo heroico.
Acentuação tônica na sexta e décima sílaba
Para realizar a metrificação poética
Algumas vogais se unem e são separadas
de forma diferente da contagem silábica gramatical



















