Pés descalços, a fome sempre resta...
Porventura, no lixo, um alimento!
Cidade iluminada, quase em festa
Um olhar consternado, mas atento!
Começou a sonhar com o que resta!
As estrelas no céu, só este alento...
Uma festa! Nem que fosse modesta!
Então viu uma luz no firmamento
Algo alcançou seu pobre coração
Começou a fazer uma oração
E no alto reluziu a estrela guia
Mais intensa, ficou aquela luz
E sonhou com a vinda de Jesus!
Uma noite repleta de alegria!
Janete Sales Dany
Poema@registrado e imortalizado
na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro
No livro:Soneto lobo do gelo e outras
Numero: 9267/17
No livro:Soneto lobo do gelo e outras
Numero: 9267/17
São Paulo Brasil
Recanto das letras:T6159719
Recanto das letras:T6159719
Demonstração da métrica poética
deste soneto decassílabo heroico.
Acentuação tônica na sexta e décima sílaba
Para realizar a metrificação poética
é preciso ter ouvidos atentos
Algumas vogais se unem e são separadas
de forma diferente da contagem silábica gramatical













