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quarta-feira, 1 de novembro de 2017

É Natal, reluziu a estrela guia! Soneto Decassílabo Heroico

Pés descalços, a fome sempre resta... 
Porventura, no lixo, um alimento!
Cidade iluminada, quase em festa
Um olhar consternado, mas atento!

Começou a sonhar com o que resta!
As estrelas no céu, só este alento...
Uma festa! Nem que fosse modesta!
Então viu uma luz no firmamento

Algo alcançou seu pobre coração
Começou a fazer uma oração
E no alto reluziu a estrela guia

Mais intensa, ficou aquela luz
E sonhou com a vinda de Jesus!
Uma noite repleta de alegria!

Janete Sales Dany
Poema@registrado e imortalizado
na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro
No livro:Soneto lobo do gelo e outras
Numero: 9267/17

São Paulo Brasil
Recanto das letras:T6159719
Demonstração da métrica poética
deste soneto decassílabo heroico.
​​​​​​​Acentuação tônica na sexta e décima sílaba
Para realizar a metrificação poética 
é preciso ter ouvidos atentos
Algumas vogais se unem e são separadas 
de forma diferente da contagem silábica gramatical
Neste soneto um exemplo vou dar
separação de sílaba poética "escansão" :

Ci/da/de i/lu/mi/NA/da, /qua/se em/ FES/ta


As imagens foram trabalhadas
nos programas Gratuitos
PhotoScape e Gimp

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Prece pelos pequeninos que não puderam crescer - Soneto Alexandrino



Tenho um clamor, meu Deus! 
É voz que quer nascer!

Pequeninos no adeus! 
E o céu está florido...

Perdem todo o viver!
E não podem crescer...

Mães que choram o fim, 
tempo tão dolorido!


Mãos que ofertam o aceno, 
e o pranto quer descer 

Olhe por todos, Pai! 
Abraça o ser sofrido!

Mãe, amor que reluz! 
Ama ver florescer...

Acalma o coração, 
que se sente ferido!



Que eles brinquem no céu... 
Na imortal inocência!

Pois a alma nunca morre 
e está segura a essência...

Risos vindos de lá! 
Tem canção de ninar!


E Deus nunca abandona, 
Ele olha os pequeninos!

Amém! Escuto a paz! 
Eu ouço os sons dos sinos!

Jesus está presente 
e não vai se afastar

Por Janete Sales Dany
27/10/2017
Poema@registrado e imortalizado
na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro
No livro:Soneto Lobo do Gelo e outras
Numero: 9267/17


São Paulo Brasil
Poesia@protegida por lei
Recanto das Letras:T6154396


Exemplo de Soneto Alexandrino

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Soneto Luz - Decassílabo Heroico




A luz eclodiu neste amanhecer
Toda aquela tristeza e aquele pranto,
em tempo nenhum há de florescer!
Exponho neste instante este meu canto


Louvo o amor que está para acontecer
Mil rosas nos jardins trazendo encanto
A compaixão há de resplandecer
E que desçam os anjos do acalanto!



Que venham abrandar os corações 

Que o bem esteja vivo nas canções

Afastem o mal, prezem o carinho!

O respeito por todo semelhante
A paz e o amor, presentes no semblante...
As flores de Deus em nosso caminho!

Por Janete Sales Dany
Recanto das Letras:T6152236
Poema@registrado e imortalizado
na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro
No livro:Soneto lobo do gelo e outras
Numero: 9267/17

São Paulo Brasil

Logo abaixo fiz a separação de sílabas 
de alguns versos  deste soneto
Soneto decassílabo Heroico
Cada verso possui 
10 sílabas poéticas
Tônicas obrigatórias
na sexta e décima sílaba:

Lou/vo o a/mor/
que es//PA/ra a/con/te/CER

Mil/ ro/sas/ nos/ jar/DINS/
tra/zen/do en/CAN/to

A/ com/pai/xão
há/ DE /res/plan/de/CER

E /que/ des/çam
os/ AN/jos/ do a/ca/LAN/to!

domingo, 22 de outubro de 2017

Eu Sou a Humanidade - Soneto Alexandrino


Eu não nasci do agora, o meu tempo é distante!
Bem sei do preconceito e da sombra da morte 
E da terra tão seca e da sede constante
Tremi no terremoto, e só quero o meu forte...

Eu trago em mim a fome, e a íris suplicante!
Venho da Chernobyl, fui salvo pela sorte...
Eu vi sangue dos meus... Triste fuga constante
Eu sou refugiado, eu fiquei sem um norte!

Eu não tenho meu lar, e só resta a memória
Vivo em busca da paz, e é tão longa esta história!
Sofri na escravidão, sou a diversidade!

Escapei do tornado e vi tanta aflição
Eu não nasci do agora e esta terra é meu chão
Sempre fujo da guerra, eu sou a humanidade!

Janete Sales Dany

Poema@registrado e imortalizado
na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro
No livro:Soneto lobo do gelo e outras
Numero: 9267/17


São Paulo Brasil
Recanto das letras: T6149621
Licença Creative Commons
O trabalho Sou a Humanidade Soneto Alexandrino de Janete Sales Dany está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.