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sábado, 17 de novembro de 2018

Amo o meu país inteiro





Brigar pela verdade é matar a força dela... 

Não há algo mais destrutível do que o ódio... 

O ódio rouba a razão de quem tem razão... 

O ódio é capaz de separar uma nação... 

Eu sou o meu país inteiro 
e jamais aceito uma divisão... 

Amo todos os que vivem nele... 

Mesmo que divirjam da minha opinião 

A inteligência está em somar 
e não em se afastar... 

Existem países que vivem em guerra... 

Brasil não seja mais um deles nesta terra!
Janete Sales Dany

Registrado e imortalizado 
na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro
No Livro: NA LUZ DA ALMA SEMPRE REINARÁ 
O EPICO SEGREDO! E OUTRAS

Registro:
663567, em 26/11/2014
Página 27 - livro com  
46 página(s).



Fiz este poema em 26 de novembro de 2014

E para mim parece que fiz para esta época

que estamos vivendo!

Desejo muita paz para o Brasil

Que seja de muito amor ao próximo

Que seja livre de qualquer preconceito

EU TE AMO MEU BRASIL!!!


Licença Creative Commons
O trabalho Amo meu país inteiro de Janete Sales Dany está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.

sábado, 10 de novembro de 2018

Caçador de Poesia - Soneto Alexandrino



Uma busca constante, um ser acorrentado
A sede de encontrar, o porquê da poesia
Desloca-se em si mesmo, e inventa algo encantado
Aguça a alma risonha, e acorda a fantasia   

Em tudo vê um canto, o olhar apaixonado
Tinge as nuvens do céu, e a cor é de alegria...
Tem nos olhos o mar, tanto pranto guardado!
Mão que acalenta o mundo e concebe a poesia

Cárcere da emoção, e mesmo que exaurido
Um desejo sem fim, gritos de tempestade!
O calvário da terra, e um verso dolorido

Uma hora o sono vem, o espírito é bendito
Algo entra com vontade, o ensejo sempre invade
Não existe barreira, ele almeja o infinito

Janete Sales Dany
Soneto@ registrado e imortalizado
na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro
No Livro Soneto Esperança e Outras
Página: 16

Uma busca constante, um ser acorrentado
U/ma/ bus/ca/ cons/TAN/te, um/ ser/ a/co/rren/TA/do
A sede de encontrar, o porquê da poesia
A /se/de/ de en/con/TRAR/, o/ por/quê/ da/ poe/SI/a
Desloca-se em si mesmo, e inventa algo encantado
Des/lo/ca-/se em/ si/ MES/mo, e in/ven/ta al/go en/can/TA/do
Aguça a alma risonha, e acorda a fantasia   
A/gu/ça a al/ma/ ri/SON/ha, e a/cor/da a /fan/ta/SI/a 

Em tudo vê um canto, o olhar apaixonado
Em /tu/do/ vê/ um /CAN/to, o o/lhar/ a/pai/xo/NA/do
Tinge as nuvens do céu, e a cor é de alegria...
Tin/ge as/ nu/vens/ do /CÉU/, e a /cor/ é/ de a/le/GRI/a...
Tem nos olhos o mar, tanto pranto guardado!
Tem/ nos/ o/lhos /o/MAR/, tan/to/ pran/to /guar/DA/do!
Mão que acalenta o mundo e concebe a poesia
Mão/ que a/ca/len/ta o /MUN/do e/ con/ce/be a/ poe/SI/a

Cárcere da emoção, e mesmo que exaurido
Cár/ce/re/ da e/mo/ÇÃO/, e/mes/mo /que e/xau/RI/do
Um desejo sem fim, gritos de tempestade!
Um/ de/se/jo/ sem /FIM/, gri/tos/ de /tem/pes/TA/de!
O calvário da terra, e um verso dolorido
O/cal/vá/rio/ da/TE/rra,e um/ ver/so/do/lo/RI/do

Uma hora o sono vem, o espírito é bendito
U/ma ho/ra o /so/no/ VEM/, o es/pí/ri/to é/ ben/DI/to
Algo entra com vontade, o ensejo sempre invade
Al/go en/tra/ com /von/TA/de, o en/se/jo/ sem/pre in/VA/de
Não existe barreira, ele almeja o infinito
Não/e/xis/te/ ba/RREI/ra, e/le al/me/ja o in/fi/NI/to

Janete Sales Dany
Demonstração, verso por verso 
Exemplo de Soneto Alexandrino
Regras:

Sílabas tônicas que são obrigatórias 
na 6ª e 12ª sílabas

14 versos, 4 estrofes
Algumas vogais se unem e são separadas 
de forma diferente da contagem silábica gramatical
Terminar todos os versos com palavras paroxítonas 
(chamadas de palavras graves por Bilac e Passos).

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quinta-feira, 1 de novembro de 2018

LIVRO ENCANTADO



Abri o livro dos sonhos
E percebi que podia voar
Ir ao encontro do arco-íris
Enfrentar a ventania
Alcançar as nuvens
Colher estrelas encantadas
Fugir de todo perigo
Ser um pássaro no céu
Algo inusitado:
Constatei que não lia!
Escrevia minha história...
Eu que era a poesia...

Janete Sales Dany

Registrado e imortalizado 
na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro
No Livro Soneto Esperança e outras
Página:07 Registro: 768498

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sábado, 20 de outubro de 2018

Minha essência - Soneto Decassílabo Heroico



Sinto o tempo voando e desenhando
Meu sorriso me estranha e quer chorar
Portas, antes abertas, se fechando!
A saudade que não posso encontrar

Retrato desbotado me fitando
Sinto que diz assim: quero voltar
E vibra o coração, mas até quando?
Reconheço que um dia vai parar

Vejo que o tempo tem profunda sede
Pois descolore  a tinta da parede
E transforma o cenário da existência

Sofrer e renascer a todo instante
O que nunca muda é o amor constante
Para sempre cravado em minha essência

Janete Sales Dany
Registrado e imortalizado 
na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro
No Livro Soneto Esperança e outras
Página:07 Registro: 768498
Exemplo  da escansão deste
Soneto Decassílabo Heroico
Métrica dos versos
4 estrofes, sendo 2 quartetos 

seguidos por 2 tercetos

O item principal é a métrica, 
Versos heroicos
todas as linhas com 10 sílabas poéticas
Acentuação tônica na 6ª e 10ª sílabas
Quanto as rimas:
rimas entrelaçadas ou opostas – abba -
rimas alternadas – abab
rimas emparelhadas – aabb

O trabalho Minha essência de Janete Sales Dany está licenciado com uma Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.

Sinto o tempo voANdo e desenHANdo
Meu sorriso me esTRANha e quer chorar
Portas, antes aBERtas, se feCHANdo!
A saudade que NÃO posso enconTRAR

Retrato desboTAdo me fiTANdo
Sinto que diz aSSIM: quero volTAR
E vibra o coraÇÃO, mas aQUANdo?
Reconheço que um DIa vai paRAR

Vejo que o tempo TEM profunda SEde
Pois descolore  a TINta da paREde
E transforma o cerio da exisTÊNcia

Sofrer e renasCER a todo insTANte
O que nunca muda É o amor consTANte
Para sempre craVAdo em minha eSSÊNcia

Janete Sales Dany