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segunda-feira, 8 de setembro de 2025

XXXII JOGOS FLORAIS DE BANDEIRANTES - 2ºlugar

Poeta enxerga distante,
faz o impossível no escrito;
sua centelha é constante,
vê detalhes no infinito!

Janete Sales
São Paulo – SP

Tema: Detalhe


2ºlugar

XXXII JOGOS FLORAIS 
DE BANDEIRANTES - 2025

Categoria: Veteranos
Âmbito: Nacional / Internacional


Tema: Detalhe
2ºlugar

Na foto: Janete Sales e 
Vice Presidente Roberto Tchepelentyky.

XXXII JOGOS FLORAIS
DE BANDEIRANTES - 2025

Categoria: Veteranos
Âmbito: Nacional / Internacional 





quinta-feira, 31 de outubro de 2024

Minhas trovas no Concurso: TROVAS “A. A. DE ASSIS”


Ser poeta é projetar
no papel a fantasia:
fazer do sol o luar
e da tristeza a alegria!

( Janete Sales )
Janete Francisco Sales Yoshinaga
São Paulo/SP
9º Lugar

O poeta, a qualquer hora,
no escrito exibe a emoção;
não sabe se ri ou chora,
não manda no coração!

( Janete Sales )
Janete Francisco Sales Yoshinaga
São Paulo/SP
16º Lugar

CONCURSO DE TROVAS “A. A. DE ASSIS”
Líricas/Filosóficas – Tema: Poeta/s
nesse concurso foram:
168 Trovas Recebidas
BLOG: Singrando Horizontes

sexta-feira, 12 de novembro de 2021

LÁPIDE DE UM POETA


Ando no cemitério - o passo é lento -
mas a interrogação, jamais estia...
Piso na terra fofa, sem alento,
sinto que a morte é fria e tão sombria!

Sem medo, ostento um riso truculento -
a vida nunca foi o que queria...
Mas via sempre o azul no céu cinzento,
o que temer se a luz de Deus me guia?

No meu enterro, quero o trivial...
Na lápide, um sorriso colossal,
eterno e, logo abaixo, escrito assim:

"A vida de um poeta não tem fim...
Sei que, hoje, sou poema no infinito,
em cada verso meu, eu ressuscito!"

Janete Sales Dany
Soneto@ Todos os direitos reservados
Obra Protegida - Lei nº 9.610/98.

TRILHA XLVIII 
Código do texto: T7384024
 LÚGUBRE COM EPITÁFIO

Atividade FÓRUM DO SONETO
Critério: Sonetos em temática lúgubre 
e que contenham, no seu bojo, 
uma inscrição, ou trecho, tumular (epitáfio).
Piso na terra fofa, sem alento,
Pi/so/ na/ te/rra /FO/fa,/ 
sem/ a/LEN/to,
SÍLABAS TÔNICAS: 6 + 10 
Soneto Decassílabo Heroico

Soneto LÁPIDE DE UM POETA
Exemplo de rima rica:
Primeira estrofe:
LENTO- Adjetivo / ALENTO - Substantivo
ESTIA - Verbo / SOMBRIA- Adjetivo

Diferença entre rima rica e rima pobre:
Rica: Palavras que rimam são 
de classes gramaticais diferentes.
Infinito- Substantivo/ Ressuscito- Verbo
Pobre: Palavras que rimam são 
de classes gramaticais iguais.
Coração-Substantivo / Canção-Substantivo



Licença Creative Commons
O trabalho LÁPIDE DE UM POETA de Janete Sales Dany está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-SemDerivações 4.0 Internacional.

Soneto@todos os direitos reservados
Registrado na Biblioteca Nacional:(696/22)
no livro Presença de Jesus e outras
Conteúdo autoral,
protegido pela Lei 9.610/98, arts.18 e 24.

sábado, 16 de janeiro de 2021

CARÊNCIA - SONETO RITMO IBÉRICO


Acordo e desperto o antanho perverso,
componho a canção do pranto infinito,
a lágrima expõe o orvalho no verso,
censuro a aflição, coitado do grito!

A dor amargura o amor do universo,
e sei do querer onusto de atrito.
Escrevo conversa e nunca converso
do lado, a escassez, nem verso recito!

Procuro a ilusão dormente no peito:
Alguém sequestrou a paz do poeta.
A boca carmim e a língua no jeito.

A pele sedosa, o cheiro de rosa,
e ainda de longe expõe indireta?
Maldita que fere e segue alterosa...

Janete Sales Dany
Soneto@todos os direitos reservados
Registrado na Biblioteca Nacional:(696/22)
no livro Presença de Jesus e outras
Conteúdo autoral, 
protegido pela Lei 9.610/98, arts.18 e 24.
7160694

TRILHA XXVII - 
A DOR DE UM POETA -
7160694
Soneto Decassílabo
Ritmo Ibérico- Arte Maior
Tônicas na 2ª, 5ª, 7ª e 10ª sílabas 
e com cesura na sílaba 5ª.
Esquema de rima:
ABAB ABAB CDC EDE

Em áudio no Recanto das Letras
Clique na imagem para ouvir:



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domingo, 31 de dezembro de 2017

Sílabas Poéticas ( escansão) Soneto Alexandrino Alma poeta

 Soneto Alexandrino  Alma Poeta Corrigido

Desperto a alma poeta e estou sempre sonhando...
Vivo longe de mim; sou lances de alegria!
Pensamento sem dono, os versos vão brotando 
Voo de um passarinho, e nasce outra poesia

Escrevo o meu destino e assim vou caminhando
Lampejos em meu verso, intensa fantasia
Também sou tempestade, aos poucos desmanchando!
Um pranto encharca a folha, a minha alma arrepia...

Estou perto e distante; alcanço o sul e o norte
Poeta espelha o mundo e mostra o que é preciso
O meu amor é firme; o meu clamor é forte...

Onda do mar que invade, e inspiração que grita
Faço trova emotiva e assim perco o sorriso
Sinto um lirismo intenso, uma sede infinita!

Janete Sales Dany

Poema@ registrado e imortalizado
na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro 
no livro: Soneto Amor Eterno e outras 


 Métrica ( escansão)
 Soneto Alexandrino Alma poeta 
Corrigido
Des/per/to a al/ma /po/E/ta e es/tou /sem/pre /son/HAN/do...
Vi/vo/ lon/ge/ de /MIM;/ sou /lan/ces/ de a/le/GRI/a!
Pen/sa/men/to/ sem/DO/no, os /ver/sos/ vão /bro/TAN/do 
Vo/o/ de um /pas/sa/RIN/ho, e/ nas/ce ou/tra/ poe/SI/a

Es/cre/vo o /meu /des/TI/no e as/sim/ vou /ca/min/HAN/do
Lam/pe/jos/ em /meu /VER/so, in/ten/sa/ fan/ta/SI/a
Tam/bém/ sou/ tem/pes/TA/de, aos/ pou/cos /des/man/CHAN/do!
Um/ pran/to en/char/ca a/ FO/lha, a / min/ha al/ma ar/re/PIa...

Es/tou/ per/to e/ dis/TAN/te; al/can/ço o /sul/ e o/ NOR/te
Po/e/ta es/pe/lha o/ MUN/do e/ mos/tra o/ que é/ pre/CI/so
O/ meu/ a/mor/ é/ FIR/me; o/ meu/ cla/mor/ é/ FOR/te...

On/da /do/ mar/ que in/VA/de, e ins/pi/ra/ção/ que/ GRI/ta
Fa/ço/ tro/va e/mo/TI/va e as/sim/ per/co o /sor/RI/so
Sin/to um /li/ris/mo in/TEN/so, um/a /se/de in/fi/NI/ta!

Janete Sales Dany

Exemplo de Soneto Alexandrino

Sílabas tônicas que são obrigatórias na 6ª e 12ª sílaba
Sinto um lirismo inTENso, 
uma chama infiNIta! 

14 versos, 4 estrofes
Dois hemistíquios cada um com 6 sílabas:
Onda do mar que inVA"de, 
e ins"piração que GRIta
Neste verso a elisão dos dois hemistíquios
 foi feita com as letras:
de, e ins

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O trabalho Soneto Alexandrino Alma poeta de Janete Sales Dany está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.
Apreciadora de Sonetos , em especial...
os Alexandrinos, 
Pesquisei na literatura 
Tratado de Versificação, 
de Olavo Bilac e  Guimarães Passos.
Com certeza coloquei a referência do site, 
que obtive estas informações
Depois: Um BELO Alexandrino 
de Olavo Bilac : 

De doze sílabas ou alexandrino 
 Este verso compõe-se geralmente de dois versos de seis sílabas; 
porém é indispensável observar que dois simples versos de seis sílabas nem sempre fazem um alexandrino perfeito. 
Quando o primeiro verso de seis sílabas termina por uma palavra grave, a outra deve começar por vogal ou consoante muda, como o h, para que haja a elisão. Esta regra é essencial, e para ela chamamos muito especialmente a atenção dos principiantes.
Este verso alexandrino: "dava-lhe a custo a sombra escassa e pequenina"
, está certo, porque, no ponto de junção dos dois metros reunidos ,a elisão do "a de sombra com o e "de escassa é perfeita. (dava-lhe a custo a SOMbr(a es)cassa e pequeNIna)
Mas se, em vez da palavra escassa houvesse ali a palavra fraca, — o verso assim composto — dava-lhe a custo a sombra fraca e pequenina — seria um alexandrino errado, ou melhor, seria um verso de doze sílabas, formado de dois versos de seis sílabas, mas não seria um alexandrino. 
A lei orgânica do alexandrino pôde ser expressa em dois artigos: Primeiro: quando a ultima palavra do primeiro verso de seis sílabas é grave, a primeira palavra do segundo deve começar per uma vogal ou por um h; 
Segundo: a ultima palavra do primeiro verso nunca pode ser esdrúxula. Claro está que, quando a ultima palavra do primeiro verso é aguda, a primeira do segundo Pode indiferentemente começar por qualquer letra, vogal ou consoante.
Fonte:Tratado de Versificação, 
de Olavo Bilac e Guimarães Passos
clique na imagem para acessar o link


Este, que um deus cruel arremessou à vida,
Marcando-o com o sinal da sua maldição,
— Este desabrochou como a erva má, nascida
Apenas para aos pés ser calcada no chão.

De motejo em motejo arrasta a alma ferida...
Sem constância no amor, dentro do coração
Sente, crespa, crescer a selva retorcida
Dos pensamentos maus, filhos da solidão.

Longos dias sem sol! noites de eterno luto!
Alma cega, perdida à toa no caminho!
Roto casco de nau, desprezado no mar!

E, árvore, acabará sem nunca dar um fruto;
E, homem, há-de morrer como viveu: sozinho!
Sem ar! sem luz! sem Deus! sem fé! sem pão! sem lar!


Olavo Bilac, in "Poesias"

No dia 02 abril de 2019 os comentários do Google+ 
em todos os sites serão excluídos
Estou salvando em imagem um por um:


Lindo soneto! É de um lirismo profundo; 
a sua linguagem chega a perscrutar 
o que está sentindo a nossa alma. Parabéns a poetisa!

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Soneto Poeta Louco - Alexandrino

Faço verso comprido, ele nunca termina
Eu procuro o sentido e ficou tudo errado
Isto surgiu de mim? Não, louco é quem assina!
Na calada da noite eu me sinto emperrado


Observo a folha escrita, é visão que alucina
Nela está meu amor, admito, eu sou culpado
Sei que sou desumano, o inferno é minha sina
Apago o que escrevi, mas surge do outro lado!

Imploro por perdão, meu pranto encharca o escrito...
Vejo um afogamento e o coração palpita
E nem chorar eu posso e liberto o meu grito

Faço verso comprido e me afogo no vinho...
Meu amor está preso, esta linha é maldita!
Sinto que fui vencido e vou dormir sozinho

Janete Sales Dany
Poema@registrado e imortalizado
na Biblioteca do Rio de Janeiro
No livro Soneto Manto Santo e outras - Página 07


O poeta fez versos para o seu amor,
mas viu que ela ficou presa na folha!
E ele chorou, chorou...
Exemplo de Soneto Alexandrino

Sílabas tônicas que são obrigatórias na 6ª e 12ª sílabas

Fa/ço /ver/so /com/PRI/do e /me a/fo/go/ no/ VIN/ho...

Meu/ a/mor/ es/tá/ PRE/so, es/ta/ lin/ha é/ mal/DI/ta!

Sin/to /que/ fui/ ven/CI/do e/ vou/ dor/mir/ so/ZIN/ho

Um soneto alexandrino possui 14 versos, 4 estrofes.
Dois hemistíquios cada um com 6 sílabas.

Definição de Hemistíquio: 
Metade de um verso cortado pela cesura.

(Vejo um afogamento)
(e o coração palpita)
Ve/jo um/ a/fo/ga/MEN/to e o /co/ra/ção/ pal/PI/ta
A elisão dos dois versos se deram com as sílabas: "to e o" 


quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Perfil de um poeta morto


Celebre exibição neste recanto
Vitalidade das linhas em versos
Fases distintas. De riso e de pranto...
Jamais revogarão tais universos

Retratou sobre o ser mal e até santo
Tão sonhador expôs mundos diversos 
Enverdecendo tal como um encanto
Auroras reveladas em mil versos

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Alma poeta - Soneto Alexandrino


Desperto a alma poeta e estou sempre sonhando...
Vivo longe de mim; sou lances de emoção!
Pensamento sem dono, os versos vão brotando 
O voo de um passarinho, em qualquer direção!

Escrevo o meu destino e assim vou caminhando
Lampejos em meu verso, uma constelação...
Também sou tempestade, aos poucos desmanchando!
Um pranto encharca a folha e surge uma canção

Estou perto e distante; alcanço o sul e o norte
Poeta espelha o mundo e mostra o que é preciso
O meu amor é firme; o meu clamor é forte...

Onda do mar que invade, e inspiração sem fim
Faço trova emotiva e assim perco o sorriso
Sinto um lirismo intenso e dói dentro de mim...

Janete Sales Dany
Poema@ registrado e imortalizado
na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro 
no livro: Soneto Amor Eterno e outras
Exemplo de Soneto Alexandrino

Sílabas tônicas que são obrigatórias na 6ª e 12ª sílaba
14 versos, 4 estrofes

Sinto um lirismo intenso 
e dói dentro de mim...
Dois hemistíquios cada um com 6 sílabas

sábado, 1 de setembro de 2012

O milagre aconteceu, o poeta escreveu!



Roubaram a inspiração do poeta enquanto ele dormia
Ele acordou com uma sensação estranha, 
a mente vazia!
Ele supôs que aquele sentimento iria passar
Que logo o seu raciocínio de poeta 
iria nos versos se aventurar

terça-feira, 26 de junho de 2012

Sair de si mesmo...


Um poeta escreveu uma triste poesia sorrindo...

E depois logo em seguida chorou 
e escreveu um poema de felicidade