Seguidores

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Prece pelos pequeninos que não puderam crescer - Soneto Alexandrino



Tenho um clamor, meu Deus! 
É voz que quer nascer!

Pequeninos no adeus! 
E o céu está florido...

Perdem todo o viver!
E não podem crescer...

Mães que choram o fim, 
tempo tão dolorido!


Mãos que ofertam o aceno, 
e o pranto quer descer 

Olhe por todos, Pai! 
Abraça o ser sofrido!

Mãe, amor que reluz! 
Ama ver florescer...

Acalma o coração, 
que se sente ferido!



Que eles brinquem no céu... 
Na imortal inocência!

Pois a alma nunca morre 
e está segura a essência...

Risos vindos de lá! 
Tem canção de ninar!


E Deus nunca abandona, 
Ele olha os pequeninos!

Amém! Escuto a paz! 
Eu ouço os sons dos sinos!

Jesus está presente 
e não vai se afastar

Por Janete Sales Dany
27/10/2017
Poema@registrado e imortalizado
na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro
No livro:Soneto Lobo do Gelo e outras
Numero: 9267/17


São Paulo Brasil
Poesia@protegida por lei
Recanto das Letras:T6154396


Exemplo de Soneto Alexandrino

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Soneto Luz - Decassílabo Heroico




A luz eclodiu neste amanhecer
Toda aquela tristeza e aquele pranto,
em tempo nenhum há de florescer!
Exponho neste instante este meu canto


Louvo o amor que está para acontecer
Mil rosas nos jardins trazendo encanto
A compaixão há de resplandecer
E que desçam os anjos do acalanto!



Que venham abrandar os corações 

Que o bem esteja vivo nas canções

Afastem o mal, prezem o carinho!

O respeito por todo semelhante
A paz e o amor, presentes no semblante...
As flores de Deus em nosso caminho!

Por Janete Sales Dany
Recanto das Letras:T6152236
Poema@registrado e imortalizado
na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro
No livro:Soneto lobo do gelo e outras
Numero: 9267/17

São Paulo Brasil

Logo abaixo fiz a separação de sílabas 
de alguns versos  deste soneto
Soneto decassílabo Heroico
Cada verso possui 
10 sílabas poéticas
Tônicas obrigatórias
na sexta e décima sílaba:

Lou/vo o a/mor/
que es//PA/ra a/con/te/CER

Mil/ ro/sas/ nos/ jar/DINS/
tra/zen/do en/CAN/to

A/ com/pai/xão
há/ DE /res/plan/de/CER

E /que/ des/çam
os/ AN/jos/ do a/ca/LAN/to!

domingo, 22 de outubro de 2017

Eu Sou a Humanidade - Soneto Alexandrino


Eu não nasci do agora, o meu tempo é distante!
Bem sei do preconceito e da sombra da morte 
E da terra tão seca e da sede constante
Tremi no terremoto, e só quero o meu forte...

Eu trago em mim a fome, e a íris suplicante!
Venho da Chernobyl, fui salvo pela sorte...
Eu vi sangue dos meus... Triste fuga constante
Eu sou refugiado, eu fiquei sem um norte!

Eu não tenho meu lar, e só resta a memória
Vivo em busca da paz, e é tão longa esta história!
Sofri na escravidão, sou a diversidade!

Escapei do tornado e vi tanta aflição
Eu não nasci do agora e esta terra é meu chão
Sempre fujo da guerra, eu sou a humanidade!

Janete Sales Dany

Poema@registrado e imortalizado
na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro
No livro:Soneto lobo do gelo e outras
Numero: 9267/17


São Paulo Brasil
Recanto das letras: T6149621
Licença Creative Commons
O trabalho Sou a Humanidade Soneto Alexandrino de Janete Sales Dany está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.

sábado, 7 de outubro de 2017

Professora Heley de Abreu Silva Batista Homenagem



Querida Heley as crianças são flores

Que crescem aos poucos 

e o seu olhar é tão bom...


Rainha dos professores!


Seu ser é carinho, 
ele é como um ninho...

Que mesmo com dor 
abraçou este amor


Querida Heley para sempre 
viverá no coração

De todas as mães! 
Você é a mais bela canção!

Gratidão, 
gratidão, 
gratidão!!!

Anjo que no céu 
está livre agora

Por aqui, cada olhar ao lembrar, 
ainda chora!

Guerreira, alma boa repleta de luz!

Abraçou para salvar

Agora está abraçada com Jesus...



Janete Sales Dany
Recanto das Letras: T6135689

Poema Todos os direitos reservados
Poema@registrado e imortalizado
na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro
No livro:Soneto lobo do gelo e outras
Numero: 9267/17


Professora Heley de Abreu Silva Batista, 43 anos.
Uma guerreira, que mesmo estando em chamas
lutou para impedir a morte de várias crianças