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sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Mar de Candura - Soneto Decassílabo Heroico


Nunca disse algo para me absolver
Sempre fui lago calmo de doçura
Sei do insulto, mas não vou devolver... 
Sou paz, eu sou dilúvio de ternura!

Vozes de ódio só fazem ofender
Da minha boca flui mar de candura
O pensamento só quer florescer
Sei que fuxico é falta de bravura

Conversas doces são mimos de flores
Em vez de desafeto oferto amores
Admito que é difícil ser assim 

Mas se revido arraso todo amor
Emudeço, não quero causar dor!
Entrego a Deus o que falam de mim

Janete Sales Dany
Poema@protegido por lei
T5756011
09/09/2016
São Paulo - Brasil
Poema@protegido por lei
Registrado e imortalizado na Biblioteca Nacional
do Rio de Janeiro no livro:
Soneto Borboleta e outras
Página:25 Registro: 730418

Licença Creative Commons

O trabalho Mar de Candura - Soneto Decassílabo Heroico de Janete Sales Dany está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.




sábado, 3 de janeiro de 2015

Amor e ternura...



Nesta noite tão fremente
Tem uma cena de doçura
Estremeço com a semente
É um mergulho na ternura

Teu carinho é a minha cura
Na escassez fico doente
Nesta noite tão fremente
Tem uma cena de doçura

Tua avidez é envolvente
Minha trilha de loucura
Embeveço quando ausente
Tua molequice é a tortura
Nesta noite tão fremente

Janete Sales Dany

Poesia registrada na Biblioteca Nacional
No livro "O endereço é uma ilusão e outras"
Página:13
Licença Creative Commons
O trabalho Amor e ternura... de Janete Sales Dany está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.


Com este poema participei na Peapaz:
No Certame: Rondel n° 1: Meu amor