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terça-feira, 25 de setembro de 2018

Soneto Milagre - Alexandrino


Acordo e vejo o sol, é tempo de alegria! 
Ressurge a primavera, a paz está nascendo 
Ouço a canção de amor, e parece poesia 
Pura felicidade, e estou estremecendo... 

O pássaro está livre, e vive em cantoria 
Lutei tanto por isso, o pesar falecendo 
Comemore comigo, acabou a sangria 
Há riso de criança, e anjos aparecendo 

Sepultei todo o medo, a porta está aberta 
Revolução de amor, o milagre esperado 
Não pode ser um sonho, a manhã nos liberta 

Fé que nasce da fonte e todos terão calma 
Sinto que estou no céu, findou o que era errado 
Um impulso de luz, e percorre a minha alma

Janete Sales Dany
Poema@registrado e imortalizado
na Biblioteca Nacional
do Rio de Janeiro no livro:
Soneto Esperança e outras

Página: 05 - Registro: 793776
Esta imagem foi formatada no aplicativo
Photo Lab, com ele você pode
fazer animações nas suas fotos
tudo fica muito mais bonito!


Nesta publicação:
Exemplo de um Soneto Alexandrino 
a escansão dos versos( Métrica)
São 4 estrofes, sendo 2 quartetos 
seguidos por 2 tercetos.
Versos dodecassílabos.

terça-feira, 29 de maio de 2018

Poema : Felicidade Garantida

Uma idosa estava com o olhar 
perdido no horizonte!
Um homem passou por perto e perguntou:
O que a senhora procura no céu?

Ela respondeu:
-Procuro a felicidade
Ele se afastou...
rindo e caçoando da senhorinha
A anciã então sorriu pensando:

Enquanto eu sorrio com o que eu já tenho 
ele procura sorrir com o que nunca vai encontrar...
A minha felicidade está garantida 
porque os pássaros sempre estarão no céu!


 Janete Sales Dany
Poema@ todos os direitos reservados
T6349432
 Licença Creative Commons





Enquanto puderes erguer os olhos para o céu, 
sem medo, saberás que tens o coração puro, 
e isto significa felicidade.
 Anne Frank

Amigos peçam alegria a Deus. 
Sejam alegres como as crianças 
e como os pássaros no céu. 
Dostoiévski

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

SORRISO - ACRÓSTICO



S-Sorrir faz bem ao coração
O-O organismo inteiro se beneficia
R-Rir é libertar a emoção
R-Rosto risonho fornece alegria
I-Imagine o mundo inteiro sorrindo...
S-Sorria que o melhor já vem vindo!
O-Ofereça sempre esta energia


Janete Sales Dany
Poema@protegido por lei 
Registrado na Biblioteca Nacional
No Livro: Soneto Borboleta e outras
07/10/2016 T5784812


Para fazer o sorriso utilizei o Programa GIMP:
Exemplo de como fazer:
Abra uma imagem, vá em:
Filtros, Distorções, Deformação Interativa.
Nesta ferramenta do Gimp você pode colocar movimentos na imagem,
como mover, aumentar, encolher, redemoinho.
E mais, poderá escolher o raio da deformação e o quanto deformar.
Depois de clicar em ok. Ainda tem a opção de esmaecer o efeito.
Vá em editar, esmaecer. Ás vezes a deformação fica muito brusca,
um gif se torna mais bonito quando os movimentos são aos poucos.
Aqui só um pequeno exemplo, caso tenha dúvida pergunte num comentário...


domingo, 23 de novembro de 2014

Pensamento vinte e quatro para refletir:



Pensamento vinte e quatro para refletir:

Enjaularam a alegria e ela ficou sem ver os dias...
Ela apontou para o céu e disse que ainda era hora de sorrir!
Ela fez um cartaz para dizer a todos que estava ali...
Ela se vestiu de palhaço e deu cambalhotas...
Ela colocou o arco-íris no céu no meio da tempestade...
Ela fez o impossível para que o mundo a soltasse da jaula...
Foi em vão todo aquele esforço, pois ninguém a viu!
Então o inevitável aconteceu...
A alegria sentou no cantinho da jaula 
e nunca mais sorriu!

 Janete Sales Dany

Poesia registrada e imortalizada
na Biblioteca Nacional

No Livro com 46 página(s).
Título:
NA LUZ DA ALMA SEMPRE REINARÁ 
O EPICO SEGREDO! E OUTRAS
Página 42 Registro: 663567
Licença Creative Commons
O trabalho Pensamento vinte e quatro para refletir: de Janete Sales Dany está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.

terça-feira, 18 de março de 2014

Nós somos como um rio...



Uma poça d'água esquecida do outro lado do morro
Sofria uma solidão aguda, não era nada e pedia socorro!
Bem perto dela havia um rio que esbanjava propriedade
Visitado, amado e falado por toda a cidade...

Anos e anos se passaram e a poça d'água chorava e reclamava
O rio ria alto, queria mostrar a vantagem em que se encontrava
O sol sempre chegava querendo roubar a pouca água da coitada
O rio ria mais alto ainda, criava um eco no tempo que se passava

Nada é eterno neste mundo 
e um dia o inevitável aconteceu...
Ventania e chuva, sempre levam 
o que não é meu e o que não é seu!
Depois do dilúvio as águas dispersaram 
e brotaram em outros lugares
A poça d'água se transformou em um rio
 e a água do rio foi pelos ares!

Só que a felizarda ficou quietinha 
e nem festejou; pois se lembrou...
Que o antigo rio contava muita vantagem 
e agora sofre a estiagem
Tem gente que vive assim; rindo alto 
e se vangloriando de besteira!
Somos como um rio...
Um dia repleto de alegria;
 noutro tudo se vai pela corredeira!

Janete Sales Dany

Poesia Registrada na Biblioteca Nacional
Licença Creative Commons
O trabalho Nós somos como um rio... de Janete Sales Dany está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Da exaustão o renascer!





Cansei de tanto temer
O que não vai acontecer

O futuro imprevisível
O passado inesquecível

Cansei de tanto ver
O meu dia escurecer
O sonho adormecer
O justo se render

Cansei de tanto perder
A vontade de vencer
Do amanhã a aurora
A vida que há lá fora







Cansei de tanto construir

Obstáculos para não seguir
A muralha que me aprisiona
O medo que me espiona

Cansei de tanto ouvir
A palavra que quer ferir
Promessas ditas em vão
Políticos sem o coração

Cansei de tanto assistir
A porta que não vai abrir
A maldade no fundo do olhar
A fraqueza de não recomeçar