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sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Mar de Candura - Soneto Decassílabo Heroico


Nunca disse algo para me absolver
Sempre fui lago calmo de doçura
Sei do insulto, mas não vou devolver... 
Sou paz, eu sou dilúvio de ternura!

Vozes de ódio só fazem ofender
Da minha boca flui mar de candura
O pensamento só quer florescer
Sei que fuxico é falta de bravura

Conversas doces são mimos de flores
Em vez de desafeto oferto amores
Admito que é difícil ser assim 

Mas se revido arraso todo amor
Emudeço, não quero causar dor!
Entrego a Deus o que falam de mim

Janete Sales Dany
Poema@protegido por lei
T5756011
09/09/2016
São Paulo - Brasil
Poema@protegido por lei
Registrado e imortalizado na Biblioteca Nacional
do Rio de Janeiro no livro:
Soneto Borboleta e outras
Página:25 Registro: 730418

Licença Creative Commons

O trabalho Mar de Candura - Soneto Decassílabo Heroico de Janete Sales Dany está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.




quinta-feira, 24 de abril de 2014

Fofoqueira!



Fala da rua inteira

O nome dela qual é?

Fofoqueira!

Olha pela fresta da janela

Qualquer um não presta para ela!

Utiliza a língua para acusar

Enche a boca de veneno...

Intriga é o que ela quer causar!

Rabugenta que ninguém aguenta!

Abutre de olhos abertos e dizeres incertos...

Janete Sales Dany 

Licença Creative Commons
O trabalho Fofoqueira! de Janete Sales Dany está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.