O sol cominador vem castigar
Sinto o suor que cai pelo meu rosto
Triste, pois se mistura num pesar...
A lágrima que escorre do desgosto!
Faz tempo que não chove, estou sem ar!
Chão trincado, martírio bem exposto...
Pedi ao céu, por favor, num suplicar!
Perdi a noção do tempo, fardo imposto
Fim da flor do jardim que eu venerava
Morte do beija-flor que me estimava
Esta seca medonha não termina...
O alto azul nega a chuva tão sonhada
Vou te buscar no céu, fonte louvada...
E encharco meu caminho, minha sina!
Janete Sales Dany
Sinto o suor que cai pelo meu rosto
Triste, pois se mistura num pesar...
A lágrima que escorre do desgosto!
Faz tempo que não chove, estou sem ar!
Chão trincado, martírio bem exposto...
Pedi ao céu, por favor, num suplicar!
Perdi a noção do tempo, fardo imposto
Fim da flor do jardim que eu venerava
Morte do beija-flor que me estimava
Esta seca medonha não termina...
O alto azul nega a chuva tão sonhada
Vou te buscar no céu, fonte louvada...
E encharco meu caminho, minha sina!
Janete Sales Dany
Poema@protegido por lei
Registrado e imortalizado
na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro
No Livro:
Vilarejo do Preconceito e outras
Página:13 registro: 671941

O trabalho Soneto Chão Trincado de Janete Sales Dany está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.
Soneto Decassílabo Heroico
Um exemplo de como fazer a separação
de sílabas poéticas ou escansão.
Métrica, numero de estrofes, silaba tônica
Meus
Sonetos em versos decassílabos heroicos


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Boa noite querida Rita!
ResponderExcluirFico feliz que tenha apreciado.
Iluminou a minha noite com a sua linda presença
Agradeço de coração
Volte sempre
Um domingo de paz
Grande abraço
Wau! Muito intereçante.
ResponderExcluirBoa noite, agradeço a presença, volte sempre, um fim de semana de paz... abraços!
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